Meio período com um grupo de executivos, sobre a distinção que quase toda organização atropela: automatizar uma tarefa não é a mesma coisa que delegar uma decisão. Quem sai daqui consegue dizer, sobre um processo concreto, até onde a IA pode ir e o que precisa continuar na mão de alguém.
A masterclass existe para resolver o problema que aparece antes de qualquer programa: numa mesma diretoria, cada pessoa usa a palavra autonomia com um sentido diferente, e por isso as decisões não se comparam.
Serve à organização que está para escolher ferramenta, fornecedor ou política de uso e quer que o comitê decida com o mesmo critério. Meio dia custa menos que uma decisão errada de doze meses.
Quando a turma vai fazer o programa, a masterclass nivela a base e libera as sessões seguintes para o trabalho de decisão. ⚠️ Ela não é pré-requisito: o programa se basta sozinho, e dizer isso é mais honesto que empacotar.
A sequência é deliberada: primeiro desarma o que a turma acha que sabe, depois entrega o instrumento, e só então exercita — com um caso em que quase todo mundo erra na primeira tentativa.
O que mudou de fato nos últimos anos, separado do que mudou só no discurso de quem vende. Com fonte e data em cada número.
A escala que separa a ferramenta que sugere da que decide, e o critério que define onde parar em cada processo. É o bloco mais longo, e é o que justifica os outros cinco.
As falhas têm formato conhecido e previsível — inclusive a de concordar com quem pergunta. Demonstradas ao vivo, não descritas em slide.
As perguntas que um executivo faz a um fornecedor ou a um time interno, e o que caracteriza uma resposta aceitável.
A turma recebe um número que parece impecável e precisa decidir se aprova. Quase todo grupo aprova na primeira rodada. O que acontece depois é a sessão inteira em dez minutos.
Cada participante sai com o próprio mapa de autonomia: um processo real dele, classificado, com o teto definido e o controle que precisa sobrar nomeado.
Meio período forma critério comum. Não forma prática, e vender o contrário seria o começo errado de uma relação.
A turma passa a classificar processos do mesmo jeito, a reconhecer as falhas típicas e a fazer as perguntas certas a um fornecedor. Cada pessoa leva um processo real já classificado.
Sustentar um veto diante de quem discorda, conduzir um time com medo real da mudança e construir posição fora da própria área exigem prática em ciclos, com casos que voltam. Isso é o trabalho do programa completo, não de uma sessão.
Desenhada para um grupo da mesma organização. Funciona melhor com quem decide junto: um comitê inteiro rende mais que pessoas soltas de áreas diferentes.
Como o programa, a proposta é montada por escopo — número de participantes, formato e que decisões estão em pauta na organização naquele momento.
Muda quando todo mundo sai classificando os processos do mesmo jeito. A conversa começa por quantas pessoas participam e que decisões elas assinam.
Falar sobre uma turma