Programa · o cume da escada

Autoridade Executiva

Um ciclo fechado para um grupo de executivos parar de aprovar o que não consegue examinar. Não é um curso sobre inteligência artificial: é treino de julgamento, com decisões reais, sob a condição nova que a IA criou.

8 ou 16semanas
4módulos
4protocolos
19casos
1turma por ciclo
O que ele resolve

O treinamento de IA que a empresa já fez não resolveu isto

Quase toda organização já treinou o time em ferramenta. Poucas trataram a pergunta que sobra depois, e que é de executivo, não de engenheiro.

01
O sintoma

Assinatura sem exame

O executivo aprova relatório, análise e recomendação que ele não teria como produzir e não tem como conferir. A aprovação continua acontecendo, e o nome continua sendo o dele. O que sumiu foi o exame.

02
A causa

Ninguém definiu onde parar

A pergunta "até onde este processo pode rodar sozinho, e que controle precisa sobrar do meu lado" não tem dono na maioria das empresas. Cada área responde de um jeito, e nenhuma resposta é auditável seis meses depois.

A estrutura

Quatro módulos, e cada um forma uma capacidade diferente

Cada módulo é pré-requisito do seguinte, e fecha com entregável. São quatro entregáveis, um por módulo, feitos para entrar na operação da semana seguinte — instrumentos de trabalho, não material de leitura. Saem prontos e aplicados a um caso do próprio participante, não como modelo em branco.

01
Semanas 1-2 · Sintetizar

Base estratégica

Chegar a um comitê com posição formada, mesmo com fontes que se contradizem e tempo curto. Deixar de ser quem lê tudo e passar a ser quem decide o que vale ler.

Sai com: um roteiro próprio para chegar a posição formada em meio dia, rodado sobre uma decisão real da própria empresa.
02
Semanas 3-4 · Avaliar

Avaliar e decidir

Avaliar proposta e fornecedor com critério próprio. O que aprovar, o que vetar — e, principalmente, como sustentar o veto diante de quem quer aprovar.

Sai com: um instrumento de avaliação de proposta e fornecedor, aplicado a uma decisão que está em pauta agora.
03
Semanas 5-6 · Liderar

Liderar o próprio time

Conduzir gente com medo real da mudança, redefinindo o que se espera e o que se cobra. É o módulo em que a conversa deixa de ser sobre tecnologia e passa a ser sobre pessoas.

Sai com: o roteiro da conversa que redefine o que se espera do time, e um processo redesenhado com nome de quem assina cada etapa.
04
Semanas 7-8 · Posicionar

Posicionar-se como executivo

Sustentar posição de autoridade fora do próprio time, com prova e não com alegação. É onde o programa deixa de ser desenvolvimento e vira posicionamento.

Sai com: a peça com que ele sustenta a própria posição fora do time, construída sobre evidência do ciclo, não sobre opinião a respeito de IA.
Como a sala funciona

Ninguém assiste. Todo mundo decide.

A unidade de trabalho não é a aula, é o caso. Grupos recebem uma decisão real com duas posições em conflito, e precisam sair da sessão com uma recomendação que sobreviva à réplica.

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A biblioteca de casos

Dezenove decisões, nenhuma delas com resposta óbvia

Casos de tecnologia, de recursos humanos e de governança: adoção que promete evitar incidentes, triagem que decide sobre pessoas, uso de IA que ninguém autorizou, meta de adoção que encarece a operação. Alguns são construídos para treino; três são fatos públicos, apurados por imprensa.

A regra da casa: um em cada três casos precisa terminar em libere mais autonomia. Método que só freia não é método, é temperamento.
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Os entregáveis

Um protocolo por módulo, aplicado antes de sair

Protocolo não é modelo de documento: é a sequência de perguntas que leva da informação bruta à decisão defensável. Cada um é rodado em sala, sobre um caso do próprio participante, e revisado com o grupo antes do módulo virar.

Cada ciclo também gera um relatório agregado da turma, com o padrão de decisão que apareceu no grupo — sem expor respostas individuais.
A premissa que dizemos em voz alta

Os exercícios param num degrau específico, e isso é escolha

"Não ser agêntico não é falha. É escolha, quando o alcance do erro não paga a autonomia."

Parte do mercado define como avançado apenas o que roda sem humano a cada passo, e daí conclui que exigir aprovação é atraso. É uma definição de arquitetura, não um juízo de maturidade — mas chega ao board como se fosse nota.

Neste programa os exercícios operam num nível de autonomia declarado, com o humano dentro do circuito. E o participante não é obrigado a concordar: diante de um caso que peça mais autonomia, o exercício é argumentar se a premissa se sustenta ali, não obedecê-la. É isso que treina julgamento em vez de conformidade.

Em 2026, depois de dois incidentes graves, uma das empresas mais intensivas em IA do mundo reinstituiu a aprovação humana para código assistido. Desceu um degrau de propósito. A régua não é conservadorismo: é a mesma que essa empresa acabou aplicando, tarde.

De onde vem

Quarenta anos de cadeira, e fonte com nome

O conteúdo foi construído por quem ocupou a cadeira, sobre base pública e verificável. Onde há framework de terceiro, ele é citado; onde há extensão própria, ela é declarada como tal.

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A cadeira

IBM · Mastercard · Johnson & Johnson · Kenvue

Quarenta anos de carreira executiva em quatro corporações globais, os últimos como CTO para a América Latina. Operações Fortune 500, times de centenas de pessoas, decisões com efeito irreversível — que é exatamente a matéria do programa.

04
A base

Framework público, extensão declarada

A escala de adoção de IA parte da régua pública de Mike Taylor e Every. O eixo de reversibilidade e a regra de controle remanescente são extensão original da Prædictor. Governança apoiada no NIST AI RMF; a leitura de poder e influência, em French e Raven.

Formato

Corporativo, em turma, entregue via parceiros

O programa é desenhado para um grupo da mesma organização, ou de organizações que compartilham o mesmo tipo de decisão. Não é curso aberto, e não tem carrinho.

Para quem

Gerentes e líderes

Quem já responde por resultado e precisa decidir sobre IA sem ser a pessoa técnica da sala.

Antes de começar

Diagnóstico individual

Cada participante entra com a própria posição medida em dois eixos, e a turma inteira é lida no agregado.

Durante

Sessões ao vivo

Sessões conduzidas em calendário fixo, com trabalho de grupo entre elas sobre um caso que a turma carrega do início ao fim.

Ao final

Relatório do ciclo

A organização recebe o padrão de decisão observado na turma e onde estão os vãos de governança.

Ciclo base
8 semanas

Um módulo a cada duas semanas. Cada grupo carrega um caso do início ao fim e sai com os quatro entregáveis aplicados. É o desenho mínimo em que o método completa a volta.

Ciclo estendido
16 semanas

O mesmo desenho com o dobro de tempo por módulo, e o tempo extra não é mais conteúdo: é mais repetição. Mais casos da biblioteca, decisões defendidas individualmente diante do grupo, e aplicação acompanhada entre as sessões.

A escolha entre os dois não é de orçamento, é de ambição. Oito semanas formam critério comum e deixam quatro instrumentos rodando. Dezesseis formam prática — e prática é o que faz o critério sobreviver à primeira sala difícil. A proposta é montada por escopo: quantas pessoas, em que calendário, e que tipo de decisão elas assinam.

Quer ver se faz sentido para a sua turma?

A conversa começa por um escopo, não por um orçamento: quantas pessoas, que tipo de decisão elas assinam e qual é o alcance do erro nessas decisões.

Falar sobre uma turma
Se ainda não é a hora do programa